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Dança de cadeiras nas Federações Esportivas

Entre os dirigentes, Manoel Rebelo vai para seu sexto mandato na Universitária

Dirigentes tem em média quatro anos de
Dirigentes tem, em média, quatro anos de mandato até a realização de novas eleições. Foto/arte Cifesc

O primeiro trimestre de 2025 foi marcado por eleições nas federações esportivas de Santa Catarina. Entre as reconduções, certos pleitos foram marcados por disputas e, em algumas entidades,  acirrados.


Na mais recente disputa à cadeira de presidente, a Federação Catarinense de Judô (FCJ) destacou-se como entidade que contou com duas chapas postulantes ao cargo. O ex-atleta Sandro José Borges bateu chapa e venceu a eleição contra um grupo liderado pelo ex-presidente da FCJ e a Confederação Brasileira da modalidade Sílvio Acácio Borges.


         Entre as primeiras ações de Sandro a frente da FCJ, a destituição de todos os cargos remunerados já foi concretizada. Em fase de transição, o novo presidente pretende recompor os ocupantes de algumas funções e definir os futuros prestadores de serviços durante a execução do calendário anual da entidade.


Também na última semana de março, a Federação Catarinense de Atletismo (FCA) elegeu a técnica Daiana Gamboa para quatro anos de mandato em substituição a Deraldo Oppa que deixou o cargo por disposições estatutárias. Ele ocupou o cargo nos últimos oito anos.


         Passados quatro anos de seu primeiro mandato, o advogado Alziro Golfetto foi reconduzido, em fevereiro, a mais quatro anos de gestão à frente da Federação Catarinense de Handebol. Ele terá, agora como vice, o Comendador Alexandre Schneider no lugar de Fabiano Marafon.


         Na Federação Aquática de Santa Catarina (FASC), o advogado Alexandre Beck Monguilhott foi eleito e passa a ocupar o cargo até o ano de 2028 que, até então, era de Carlos Camargo. Outro advogado que ocupará pela primeira vez a cadeira de presidente de uma federação esportiva é Robson Vieira.


Ex-presidente da Fundação Municipal de Esporte de Florianópolis e atual membro do Conselho Estadual de Esporte (CED-SC), Robson é o novo presidente da Federação Catarinense de Ginástica (FCG) que tem sede em Blumenau.


Ao ser eleito vice-presidente da Confederação Brasileira de Basquetebol (CBB), o advogado Fábio Pamplona Deschamps abriu mão de seu mandato na Federação Catarinense de Basquetebol (FCB) e entregou a presidência para seu vice Sérgio Carneiro para dois anos do restante de seu mandato.


         Em janeiro deste ano a Federação Catarinense de Motociclismo (FCM) também chamou assembleia eletiva. Sem chapa concorrente, a encabeçada pelo ex-piloto Guto Reinert foi empossada em substituição a Marisiergio Kons, o “Pezão”.


         O mais longevo presidente, entre as federações esportivas do Estado, o ex-professor universitário Manoel Obdúlio Rebelo vai para o seu sexto mandato a frente da Federação Catarinense do Desporto Universitário (FCDU).


Presidente desde 2004, com a nova eleição realizada em fevereiro deste ano, Rebelo tem mandato até 2029, quando completará um ciclo de 25 anos no comando da FCDU.  

         Em abril, outras eleições irão abrir novos mandatos para alguns gestores.

A Federação de Jiu-Jitsu terá a recondução de Alexandre Teixeira Araújo, uma vez que não houve registro de chapa concorrente ao pleito que acontece no próximo domingo, dia 6.

         No guarda chuvas das entidades, a Associação das Federações Esportivas de Santa Catarina (AFESC) também figura no processo com eleição programada para o dia 15 de abril. Com edital eletivo publicado e esgotado o prazo para a inscrição de chapas, a única inscrita é liderada pelo advogado e presidente da Aquática Alexandre Beck Monguilhott que terá como seu vice o presidente da Federação de Surfe Renato Melo.  

 
 
 

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