Encontro discute normas para corrida de ruas

Para ganhar caráter oficial, provas precisam ter a supervisão da Federação de Atletismo com a emissão do "Permit".

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Federação Catarinense de Atletismo defende que as corridas de rua possam ser regidas pela legislação. Foto: Divulgação/Internet

A regulamentação para a promoção e realização de corridas de rua em Santa Catarina foi amplamente discutida em encontro realizado na última semana nas dependência do auditório da Fundação Catarinense de Esporte. A iniciativa da Associação dos Treinadores de Corrida de Rua e promotores de eventos do gênero da Grande Florianópolis, foi conduzida pela diretoria da Federação Catarinense de Atletismo (FCA).

Encontro Corridas de Rua
Promotores de corridas de rua tomaram conhecimento dos benefícios e o regramento legal para as provas. Foto: divulgação FCA/Facebook.

               O presidente da FCA Deraldo Oppa considerou extremamente positiva a iniciativa, justificada pela aplicação das normas para o setor com abrangência nacional e que em raras oportunidades são aplicadas em Santa Catarina. “Reconhecemos a importância destes promotores, mas é necessário que possamos trabalhar alinhados no cumprimento da legislação”, afirma Deraldo Oppa.

               A questão segurança e normatização dos eventos estão entre as preocupações da FCA para que as corridas tenham seu reconhecimento e valorização, especialmente junto aos atletas participantes. A FCA, a partir da emissão do “Permit”, uma espécie de autorização para a realização das corridas,  dá caráter oficial às competições. O documento, que custa R$ 2,00 por cada atleta inscrito nas provas, assegura a presença de representantes da FCA, entre eles delegados, nas competições.

               O representante da FCA atuará de modo a conferir, por exemplo, a medição oficial dos percursos, as condições do seguro de vida dos atletas, postos de hidratação e sugestões de segurança da prova. Sem contar que, uma vez homologada com a emissão do “Permit”, a prova passa a ter caráter oficial e vai ser considerada no ranking anual de participantes.  “Infelizmente existem muitas provas clandestinas colocando em risco seus participantes. Se o desejo é profissionalizar, a federação está com as portas abertas para contribuir”, finalizou Deraldo.

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